sexta-feira, 13 de maio de 2011

Color blocking nos pés...

A aposta nas cores em blocos, contrastantes ou não, vai imperar na próxima temporada, agora descendo para os pés, para quem não quer ousar nas roupas, entretanto... pode apostar timidamente nos calçados, inspire-se...




www.topshop.com

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Q!Bazar

Começou o hoje o Q!Bazar, aproveite para garimpar boas peças com preços módicos.




Mais informações:www.qbazar.net

terça-feira, 10 de maio de 2011

Flores ...

Para dar um descanso ao padrão liberty e ao floral primaveril, para a próxima temporada invista nas flores exóticas que remetem as belas flores do Japão...



Fotos: Reprodução

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Yellow Dress...

Um prenúncio auspicioso para a próxima estação, inspire-se...





Vestido New LookVestido Jane Norman

Fotos: Reprodução

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Look - esconde os pés?

Na história da moda, há assombros e devaneios, até hoje os anos 80 gritam de tanto excessos e críticas, atualmente há elementos deste época incomum, com grande overdose dos anos 70, uma pitadinha dos anos 50 e 60.

Analisando, há um sincretismo fashion, um mar de referências, cópias e pouca originalidade. Então para mudar um pouco, vez ou outra lançam alguma tendência bizarra, mas que faz a cabeça das fashion victims, ávidas por novidades e loucas para andar na moda.

Vítima vem do latim victimia e victus, quer dizer vencido, dominado, no antigo mais original era a pessoa oferecida em sacrifício nos rituais pagãos.

Contextualizando, vítima hoje é aquela pessoa que é levada a fazer o que os outros desejam, subjugadas... não pensam, não tem senso crítico, vai com a multidão, em se tratando do mundo da moda, são as vítimas que se oferecem de sacríficio ao ridículo para seguir uma tendência que a minoria elegeu como tal.

Com o crescimento dos blogs de street style, e a proliferação do pseudos profissionais da moda, várias tendências são jogadas ao vento e como sempre a massa segue sem questionar.

A tendência atual proliferada por algumas fashionistas, e com destaque na Revista Vogue deste mês, salienta o boom das novas calças que toda it girl, it qualquer coisa... tem que usar... conhecidas como wide legs.

Resumindo... são calças que cobrem os seus pés totalmente e despencam sobre o chão, mas tem um motivo plausível - aumentar a silhueta - mas também vai aumentar seu crédito ao passar e limpar o chão do local. Parece que um oleiro desavisado e sem habilidade despencou o barro que desceu e cobriu os pés da pobre vítima.

Alguns dizem que é chique, elegante, mas o conceito de chique e elegante no atual status quo fashion é questionável. Imagine-se andando por duas horas no shopping com estas calças, como as barras ficariam (imundas - nada elegante).

Elegância está ligada a equilíbrio e harmonia, calças muito cumpridas são elegantes sim, como as pantalonas, mas como já disse em outro lugar (e não gostaram muito), estas calças dão ar de desleixo, corta a simetria do corpo - esconde os pés - que é elemento essencial para alongar a silhueta, imagine depois destas ... mangas que cobrem totalmente as mãos (prático???).

Se você é uma socialite e pode usar no seu imaculado chão de mármore travertino - good for you - caso contrário amiga - não pague mico, ou compre umas presilhas para prender as barras enquanto se movimenta, na hora do close é só tirar e postar depois... mostrando como você é antenada.

Baixinhas... fujam como o diabo foge da cruz, e para todas... busquem a valorização do seu corpo, invista em ter estilo próprio e senso crítico apurado.

No mais, gosto não se discute, se lamenta... ou se comenta.

Já bem disse Oscar Wilde... "A moda é simplesmente uma forma de feiúra tão insuportável que somos obrigados a mudá-la a cada seis meses."


Foto: Reprodução

terça-feira, 3 de maio de 2011

Inverno 2011 - Bob Store

A coleção de inverno já está disponível nas lojas e no site, simplesmente linda...







Fotos: Reprodução

segunda-feira, 2 de maio de 2011

O sutil enfraquecimento do setor têxtil nacional


Há uma perda significativa no setor têxtil, devido ao aumento das importações e os altos custos de produção em solo nacional, a importação e o off shore, fazem parte do paradigma atual, a industria brasileira é massacrada pelo seu próprio sistema deficitário e draconiano de leis e impostos.

Com isto a importação é o caminho que os varejistas encontraram para manter-se no mercado, mas esta situação incorre na perda da capacidade de produção e consequentemente na demissão de funcionários e fechamento de produção local, com nossa mão de obra cara e carga tributária indecente, estamos aos poucos e sutilmente perdendo nosso lugar da produção de vestuário e afins.

Mesmo com o aumento do consumo e produção interna, com a economia estabilizada, corremos o risco de perdemos espaços significativos.

Comprovado pela balança comercial, a indústria têxtil e de vestuário vem no decorrer dos anos perdendo posição estratégica de competitividade, o aumento da importação e consequentemente a previsão do aumento do déficit, coloca o país na berlinda neste setor primordial ao sustentáculo da economia nacional.

Os empresários e profissionais da indústria da moda precisam se articular para mudar o cenário político que afeta diretamente o setor, com representatividade firme e emergencial.

A mentalidade do empresário também tem que mudar, agindo de maneira a aumentar a eficiência de competitividade, reduzir os custos, aumentar a qualidade do produto nacional (que em sua maioria é inferior ao produto importado), inovar em seu setor, buscar o rumo das exportações para fortalecer a economia nacional.

E acima de tudo requerer do governo e dos órgãos de representatividade maior ação em relação a proteção da indústria da moda nacional.

Partindo deste pressuposto, vemos claramente o risco de desindustrialização do setor.

O que podemos fazer?

Requerer do governo e dos órgãos de representatividade maior ação em relação a proteção da indústria da moda nacional.

Os órgãos de representatividade do setor, tem que com esfoço herculineo lutar pelo setor como um todo - não buscando interesses individuais e fazendo lobbys corporativistas - caso contrário todos estamos fadados a um naufrágio repetino e sem volta a superfície para continuar competindo neste novo paradigma, onde todos enfrentam os asiáticos, que profundamente imbuídos de senso de patriotismo e desejo de crescimento contínuo, se estabelecem e se fortificam, fechando brechas e aumentando a qualidade para manter-se no pico das produções e exportações.

Senão nos organizamos, logo veremos o que já está acontecendo com a indústria da tecelagem, muitas fechando as portas, outras parando as máquinas e vendendo tecidos importados.

As confecções são as que correm maior risco, como competir com a importação de produtos mais barato de qualidade melhor e produzir em solo nacional com tão alta carga tributária.

É momento de conscientização e de levantar as mangas, lutar pelo setor de forma sistemâtica e eficaz.


Foto: Reprodução